SeaWorld faz ‘nevar’ na Flórida em nova área dedicada aos pinguins

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É a maior expansão da história desse parque muito visitado por brasileiros.
Atração tem 250 pinguins, geleiras artificiais e passeio em carro magnético.

Faz um calor de mais de 30ºC na Flórida, mas há um canto de Orlando onde está nevando e é preciso usar casaco para aguentar as baixas temperaturas. Esse lugar é “Antarctica”, a nova atração do SeaWorld, que é toda dedicada aos pinguins e foi inaugurada na tarde desta quinta-feira (23).

É a maior ampliação da história do parque, que completa 50 anos em 2014 e é famoso entre os brasileiros: o Brasil já é o segundo país que mais envia turistas estrangeiros ao local, atrás apenas do Reino Unido.

A área “Antarctica: Empire of the Penguin” (Antártica: Império do Pinguim) tenta reproduzir o ambiente do continente gelado, com paredes em forma de geleira, marcas de patas de pinguins em alguns lugares do chão e um restaurante em forma de base científica.

Na atração principal, o visitante sobe em um carrinho que simula o movimento de deslizar no gelo com uma tecnologia sem trilhos, à base de ímãs. A velocidade e os movimentos do passeio são decididos pelo turista, que pode escolher entre “suave” e “selvagem” (este último nem tão selvagem assim).

Nesse percurso, é contada a história de um personagem, o pinguim Puck, desde o seu nascimento.

No final, chega-se a uma colônia com cerca de 250 pinguins de quatro espécies diferentes (Gentoo, Adélia, Penacho Amarelo e Rei), que podem ser vistos em terra e também nadando, por meio de vidros transparentes.

Sem vidro
Segundo Brian Morrow, diretor criativo do parque, a grande diferença dessa nova área para o espaço do parque onde ficavam os pinguins anteriormente é que desta vez não há divisão entre os turistas e os animais. “O antigo só podia ser visto atrás do vidro, e era mais difícil se conectar com os animais”, diz.

Sem a barreira de proteção, é possível ver os animais de perto, caminhando desajeitadamente, nadando com destreza ou arrancando risadas do público quando pulam subitamente da água para o gelo – e também sentir o impacto da temperatura de 0ºC do ambiente e um suave cheiro de peixe que persiste apesar dos equipamentos usados para purificar o ar.

Além do controle da temperatura e da neve que cai sobre os animais, a iluminação reproduz a luz típica de cada época do ano no Hemisfério Sul, com ciclo de inverno e verão simulando o continente antártico. Isso é importante para que os animais continuem seu ciclo natural, que inclui reprodução e troca de penas.

Segundo o diretor criativo do parque, a ideia era criar uma versão hiperrealista da Antártica, e por isso foram usados materiais especiais para simular o brilho da luz no gelo, por exemplo. Desde a concepção do projeto até sua finalização, passaram-se três anos. O parque afirma que se trata do maior investimento já feito, mas não divulga os números.

Fonte: g1.globo.com

Fotos: Divulgação

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