O dólar subiu: e agora como fica a sua viagem?

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Utilizado em compras internacionais, dólar turismo, mais caro do que o comercial, atingiu R$ 2,65 na quinta-feira

Nas últimas semanas, o brasileiro viu o preço do dólar disparar, em um movimento de alta influenciado pelas eleições. Na quinta-feira, o dólar turismo – utilizado em compras internacionais e mais caro do que o comercial, que serve para operações empresariais de importação e exportação – fechou a R$ 2,65.

Desde o início do período eleitoral, que começou no dia 6 de julho, o dólar turismo subiu R$ 0,33 – no dia 7 de julho, data do primeiro pregão com as campanhas nas ruas, a cotação da divisa era de R$ 2,32. A alta acumulada até quinta-feira é de 14,22%.

Mesmo que pareça pouco, o aumento de R$ 0,33 pode pesar no planejamento de uma viagem ou em uma compra de valor significativo, já que centavos podem se tornar dezenas.

Veja, a seguir, a diferença de preços em reais de alguns passeios nos Estados Unidos e de produtos que brasileiros costumam trazer na volta para o País, tendo como referências as cotações de 7 de julho e de 2 de outubro do dólar turismo.

Os valores não incluem a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que é de 0,38% para compra de papel-moeda e de 6,38% sobre carga de cartão pré-pago ou compra em cartão de débito ou de crédito internacional.

Estátua da Liberdade
O ingresso para a visita à Estátua da Liberdade, em Nova York, custa US$ 21. Com R$ 49, o brasileiro conseguiu pagar pelo ingresso. Agora, são necessários mais R$ 7 para fazer a visita, já que a alta do dólar fez o preço em reais ir para R$ 56.

Metropolitan Museum of Art
O adulto que visita o Metropolitan Museum of Art, também em Nova York, paga US$ 25 pela entrada. Em reais, o preço equivalente é de R$ 66, ante R$ 58 pela cotação do dólar no início da campanha eleitoral.

Walt Disney World
Um dia na Disney, em Orlando, na Flórida, custa US$ 99. Se antes o brasileiro precisava de R$ 230 para passar um dia no parque temático, a desvalorização do real fez o preço equivalente ir a R$ 262.

Quem quiser passar dez dias no parque paga US$ 354, o equivalente a R$ 938. No início da campanha, o equivalente em reais era de R$ 821, o que mostra um aumento de R$ 117 para o brasileiro.

Videogames
Os consoles de última geração estão disponíveis no mercado brasileiro há quase um ano, mas os preços cobrados no País são bem mais altos do que nos Estados Unidos. Lá, o Wii U, da Nintendo, sai por US$ 300. Em reais, o preço passou de R$ 696 para R$ 795, diferença de R$ 99.

Já o Playstation 4 (US$ 400, nos EUA), da Sony, passou de R$ 928 para R$ 1.060, ficando R$ 132 mais caro.

Para o brasileiro, o Xbox One (US$ 500), da Microsoft, ficou R$ 165 mais caro, passando de R$ 1.160 para R$ 1.325.

iPhone 6
Com 16 GB de armazenamento, a versão mais simples do novo smartphone da Apple custa US$ 199 nos Estados Unidos. Em reais, o preço passou de R$ 462 para R$ 527, R$ 65 mais caro.

iPad Air
O preço sugerido do iPad Air com 64 GB de armazenamento é de US$ 699. Se antes o brasileiro desembolsava R$ 1.622 por esse tablet da Apple, agora tem de pagar R$ 1.852. Neste caso, o produto ficou R$ 230 mais caro.

Câmera Nikon D5100
Os US$ 650 pagos por uma câmera fotográfica Nikon D5100 equivaliam a R$ 1.508. Agora, o preço é de R$ 1.722. O aumento é de R$ 214.

Óculos Ray-Ban
Um óculos Ray-Ban RB3025 custa por volta de US$ 120 nos Estados Unidos. Em reais, o preço subiu R$ 40, passando de R$ 278 para R$ 318.

MacBook Pro 128 GB
O MacBook Pro com Dual-Core i5, 128 GB, custa US$ 1.299. O notebook ficou R$ 428 mais caro para o brasileiro. De R$ 3.014, o preço foi para R$ 3.442.

Fonte: terra.com.br

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